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O novo Jornal dos Advogados (nº 78), órgão oficial do Sindicato, já está à disposição da classe na sede da entidade e também será enviado aos associados pelo correio.
O jornal destaca a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho com o Sinsa, órgão representativo dos escritórios e associações de advocacia, e que concede direitos fundamentais ao advogado empregado, como o piso de R$ 2 mil.
O jornal também cobriu mais uma visita do Sindicato a uma subseção da OAB e seu seu respectivo fórum de Justiça, no caso, a Barra da Tijuca, tendo ouvido os advogados da região e o presidente da OAB Barra, Luciano Bandeira.
O advogado pode conseguir um exemplar na sede da entidade ou na sala do Sindicato no Tribunal de Justiça.
Mais informações no fone 2240-7665.
Abaixo, a capa do jornal (para aumentar a imagem clique as teclas “Ctrl” e “+”):
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A Coluna Justiça e Cidadania, do jornal O Dia, escrita pela jornalista Adriana Cruz, deu nota sobre a Convenção Coletiva de Trabalho assinada entre o Sindicato dos Advogados e o Sindicato das Sociedades de Advogados (Sinsa).
Esta semana ainda publicaremos aqui a convenção.
Segue a nota (para aumentar a imagem, aperte ao mesmo tempo as teclas “control” e “+”):
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O ex-procurador Antonio Carlos Biscaia vai lançar sua biografia em setembro.
Mas ele antecipou à jorrnalista Berenice Seara, do Extra, uma bomba: Biscaia, que também foi deputado federal pelo PT do Rio, afirma que recebeu do então presidente da Alerj, deputado estadual José Nader, a proposta para acabar com o processo contra os bicheiros. Em troca da extinção do processo, ele receberia US$ 1 milhão – que viria dos próprios bicheiros.
Biscaia colocou o deputado estadual pra fora de seu gabinete.
Leia a seguir a nota na coluna da jornalista:
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Deverá entrar em pauta amanhã (14/08), a partir das 9h, na 18º Câmara Cível do TJ/RJ, o caso do Quilombo Sacopã. Trata-se de uma ação, movida na 8ª Vara Cível, por cinco condomínios da área, para impedir que aconteçam festas no local. Os moradores do quilombo recorreram.
O julgamento estava suspenso porque uma juíza tinha pedido vista.
O quilombo fica na Rua Sacopã 250 e é o único em área urbana no Rio reconhecido pelo governo federal. O lugar, num dos bairros mais valorizados do Rio, começou a ficar famoso na década de 70, por causa de uma roda de samba e também da feijoada oferecida ao público.
No dia 07 de agosto, o Quilombo Sacopã foi considerado Área de Especial Interesse Cultural pela Câmara de Vereadores do Rio.
O diretor do Sindicato dos Advogados, Tito Mineiro, que também é integrante da Comissão de Igualdade Racial da OAB/RJ, está acompanhando o caso.
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Cerca de 200 pessoas foram à festa organizada pelo Sindicato dos Advogados na quinta-feira, dia 9 de agosto, no Rio Scenarium, na Lapa, em comemoração ao Dia do Advogado.
Na festa, foram sorteados prêmios do site de viagens Hotel Urbano, além de o presidente do Sindicato Álvaro Quintão ter discursado, informando da recente assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho com o Sinsa.
Álvaro também informou (foto abaixo), em seu discurso, sobre a importância do recente lançamento da candidatura de Felipe Santa Cruz, presidente da CAARJ, à Presidência da OAB/RJ.
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Em artigo publicado na folha de S. Paulo em 03/08, o relator da CPMI do Cachoeira, deputado federal Odair Cunha (PT/MG), afirma que a comissão está investigando mais de 500 contas, em dezenas de bancos: “Com uma base de dados cujo volume financeiro passa de R$ 18 bilhões”. Segue o artigo:
CPMI sem segredos:
Desde a sua criação na Inglaterra do século 17, comissões parlamentares de inquérito exercem, em diversos países, a sua principal função: investigar fatos que suscitaram o clamor da população.
Tal função por vezes se sobrepõe até à função de legislar. O primeiro-ministro britânico William Pitt chegou a definir o parlamento como o “grande inquiridor da nação”.
No Brasil, não é diferente. A função essencial das CPIs e CPMIs, definida na Constituição, é investigar fatos de interesse público. Assim, a população legitimamente espera que CPIs revelem a verdade sobre os fatos que motivaram sua existência.
Pelo mesmo motivo, a população também tem a expectativa de que as CPIs se comportem de forma republicana, e que a busca da verdade seja feita de modo a não proteger ou perseguir ninguém.
Aos poucos, mas de forma segura e bem embasada, a CPMI vai desvendando a intrincada e complexa rede de conexões financeiras e políticas que envolvem a organização criminosa chefiada por Carlos Cachoeira. Não tenho dúvida de que ao final dos trabalhos a verdade será revelada.
Dados preliminares mostram que as empresas fantasmas da organização criminosa aumentavam muito as movimentações financeiras em anos eleitorais. É motivo suficiente para que o Brasil adote o financiamento público de campanhas.
Essa é uma contribuição que a CPMI poderá dar ao país, além de outras advindas do desvendamento do modus operandi da quadrilha de Cachoeira com o poder público, por exemplo. Nesse sentido, os trabalhos têm buscado, com rigor, desvendar os vínculos da organização criminosa com agentes políticos.
Como relator, tenho obviamente de me concentrar na tarefa árdua e discreta de investigar, denunciar as incongruências das versões, procurar os fatos em meio à teia de hipóteses e lançar a luz da verdade naquele debate muitas vezes confuso.
Trata-se, portanto, de uma função eminentemente republicana, que demanda isenção, objetividade, empenho obsessivo e sobretudo foco nos objetivos definidos pela CPMI. É, por assim dizer, um trabalho de “formiga”, que por sua discrição e caráter técnico contrasta com a estridência dos alto-falantes de que as “cigarras” dispõem no debate político-midiático. Trata-se, da mesma forma, de um trabalho que tem exigências e tempos distintos daqueles demandados por esse debate.
As investigações, embora difíceis e inexoravelmente lentas, já apresentam resultados bastante significativos. Resultados que são baseados na análise da vasta documentação que chega diariamente aos cofres da CPMI, não em um suposto direcionamento político oportunista ou aventureiro. Já chegaram à CPI dados bancários e fiscais de mais de 40 pessoas ou empresas que o colegiado entende como suspeitas.
Esses dados são representados em 516 contas distribuídas por 21 bancos. Estamos trabalhando com uma base de dados cujo volume financeiro passa de R$ 18 bilhões. Vamos seguir a movimentação financeira até o exterior.
O trabalho hercúleo será revelador. Estamos também nos debruçando sobre milhares de horas de gravações da Polícia Federal. Além disso, muitas oitivas da CPMI lançaram luz sobre as conexões políticas da organização criminosa.
A verdade, quando brilha, ofusca mesmo a mentira mais engenhosamente construída. Aos poucos, ela vai se tornando evidente para todos, independentemente de opiniões individuais. Essa é a missão da CPMI: deixar a verdade vir à tona, deixá-la brilhar.
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