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Em parceria com a Dra. Alexandra Ullman e outros advogados estamos cobrando soluções definitivas para a morosidade inerte do Fórum da Barra da Tijuca. Assista o vídeo e entenda mais a respeito.
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A Comissão da Mulher Advogada do Sindicato dos Advogados-RJ realiza uma palestra dia 23 (sexta-feira) sobre as lutas das mulheres nas áreas da Educação, Saúde e na Política, com três convidadas: Danielle Oliveira (pedagoga), Kelly Farias (enfermeira) e Maria Eduarda Quiroga (economista política) – a palestra faz parte das discussões sobre o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março.
No evento, também faremos uma homenagem à vereadora Marielle.
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Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro vai criar o “Centro de Soluções de conflitos”- segundo o Tribunal, o centro não precisará de advogados. Procuradoria do Sindicato vai analisar o caso (foto: Samuel Tosta)
O Tribunal de Justiça do Rio anunciou a criação de um “Centro de Soluções de conflitos”, a ser inaugurado em maio. Em matéria na imprensa, o TJ-RJ informou que não haverá a necessidade de advogados e os conflitos serão analisados via Internet por um robô. O programa de informática que será usado vai ser bancado pelas empresas mais demandadas, em uma total inversão de valores – ou seja, o Estado entrega às grandes corporações o próprio exercício da justiça.
A certeza é uma só: daqui a pouco, do jeito que a coisa vai, não haverá mais justiça e muito menos advogados.
O presidente do Sindicato dos Advogados-RJ, Álvaro Quintão, se coloca firmemente contra esse projeto que cria os “Centros de Soluções de conflitos” e informa que pedirá ao procurador do Sindicato dos Advogados-RJ, Nicola Manna Piraino, que analise a situação e tome as devidas providências.
Segundo Álvaro Quintão, “Daqui a pouco nem jurisdicionados existirão mais. Vai valer o que as grandes corporações mandarem e o advogado será esquecido” – ele escreveu em sua conta no facebook.
Na mesma postagem no face, Álvaro também afirma: “A indústria do mero aborrecimento vai de vento em popa e a OAB -RJ, com toda a sua importância institucional e histórica de defesa dos valores democráticos, nada faz ou se cala. Mais um vez”.
Leia a postagem completa de Álvaro aqui.
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Esta semana o Sindicato dos Advogados-RJ realizou dois eventos dentro do Ciclo de Palestras sobre a CLT e a reforma trabalhista.
Na quinta-feira , 8 de março, Dia Internacional da Mulher, inauguramos o ciclo fora da capital, com a palestra de Letícia Aidar, no Edifício Palácio do Comércio, com o tema: “As principais alterações na CLT já com a reforma em vigor”.

No ciclo de palestras sobre a CLT e a reforma trabalhista desta sexta, dia 9, o Sindicato dos Advogados-RJ distribuiu flores em homenagens às advogadas presentes
Já na sexta, no prédio do TRT da Rua do Lavradio, a Diretoria Social do Sindicato realizou a palestra “Aula teórica e prática de audiências”. Em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres no 8 de Março, foram distribuídas rosas a todas as advogadas (foto).

Na palestra proferida pela professora Leticia Aidar sobre as principais alterações na CLT já com a reforma em vigor, em Niterói, as presenças de Marcelo Aidar, presidente da Associação de Advogados Civilistas e também diretor do Sindicato (esquerda), Marcelo Cruz, presidente da AFAT, Letícia Aidar e José Antonio Rolo Fachada, diretor social do Sindicato dos Advogados-RJ
O ciclo de palestras vai continuar – fique atento às nossas redes sociais para o cronograma.
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Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
Matéria de O Globo desta terça-feira denuncia que o Tribunal de Justiça do Rio tem a triste liderança nacional em matérias de auxílios aos seus magistrados: auxílio-moradia, auxílio-saúde, auxílio pré-escola, auxílio-educação, auxílio-alimentação e auxílio-transporte.
E isso em um estado cujo governo está falido e vem atrasando o pagamento dos mais de 200 mil servidores desde pelo menos o fim de 2015 – com a exceção, obviamente, da magistratura, que vem recebendo os vencimentos sem atraso.
O Sindicato dos Advogados sempre criticou essa farra dos penduricalhos e supersalários para o nosso Judiciário, como nessa matéria de capa do Jornal dos Advogados de 2014, em que o presidente da entidade, Álvaro Quintão, em entrevista, afirma: “Há uma visão equivocada de alguns magistrados de que o Judiciário serve apenas para pagar seus salários”.
Leia a seguir a matéria do Globo sobre o auxílio moradia dos magistrados do Rio.
DO SITE DE O GLOBO (06/02/18):
Em cerca de um mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se os magistrados de todo país têm direito a receber o auxílio-moradia e em quais condições esse benefício pode ser pago. Somente em dezembro, os Tribunais de Justiça pagaram aos juízes mais de R$ 49,4 milhões para ajudá-los com moradia. No caso dos magistrados do Rio de Janeiro, porém, a revisão dos penduricalhos pode ser ainda maior. O ministro do Supremo Luiz Fux concluiu seu voto sobre a constitucionalidade de uma lei aprovada em 2009 pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e que determina o pagamento da maior gama de verbas extras do Judiciário nacional. Essa decisão de Fux também deve sair até março.
Os magistrados fluminenses têm direito a auxílio-moradia, auxílio-saúde, auxílio pré-escola, auxílio-educação, auxílio-alimentação e auxílio-transporte. Nenhum outro Tribunal de Justiça prevê tantas formas de indenização como o do Rio, segundo levantamento do GLOBO com base nas informações repassadas pelas cortes ao Conselho Nacional de Justiça.
Somente em dezembro, essas indenizações custaram mais de R$ 6,9 milhões aos cofres fluminenses. Do total, R$ 3,7 milhões foram gastos em auxílio-moradia, que, se for multiplicado por 12 meses, chega a mais de R$ 44,4 milhões ao ano. O julgamento sobre a constitucionalidade da lei que estabeleceu esses benefícios começou em 2010 no STF, quando a Procuradoria-Geral da República (PGR) questionou as normas propostas pelo Tribunal de Justiça do Rio e aprovadas pelos deputados estaduais. Em 2012, na votação em plenário, o então ministro Carlos Ayres Britto, relator do processo, considerou inconstitucionais vários pontos da lei, entre eles os artigos que regulamentam o pagamento dos benefícios que não estariam previstos na Lei Orgânica da Magistratura (Loman).
O julgamento foi interrompido por Luiz Fux, que pediu vista e só concluiu seu voto em dezembro passado, mais de cinco anos depois. Em março, o plenário deve decidir sobre outras ações que garantiram até agora o pagamento de auxílio-moradia a todos os juízes no país, depois que o ministro Fux concedeu liminar nesse sentido. A Corte também deve se debruçar sobre os penduricalhos que beneficiam a magistratura fluminense, quando o voto de Fux nesse caso será conhecido.
Leia m matéria completa em: https://oglobo.globo.com/brasil/rio-lider-em-beneficios-para-juizes-em-dezembro-foram-gastos-69-milhoes-em-verbas-extras-22368327#ixzz56KI0yH7H (RESTRITA A ASSINANTES)
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